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No último dia 26 de abril, foi ao ar na ABC, dos Estados Unidos, o nono de treze episódios da 4ª temporada da telesérie Lost.

Lost sem dúvida vai figurar para sempre entre as 10 melhores séries de todos os tempos – ainda será assim quando a humanidade chegar aos anos 3 mil.

Lembro-me bem do dia em que assisti ao episódio piloto na Globo, logo após o Fantástico. Foi uma coisa totalmente por acaso. Já havia ouvido falar da série, sensação principalmente na Internet, onde os internautas a baixavam em seus computadores, em uma linguagem chamada “Torrent” e algumas almas muito caridosas, disponibilizavam as legendas dos episódios mais tarde. Coisa que na época era a última geração.

Hoje, isso é mais que comum, entretanto, ainda acho os legenders pessoas extremamente caridosas :P. Tudo bem que tem o lace dos egos, competição e fama virtual por trás disso tudo. Mesmo assim, passar a madrugadas legendando (de graça) não é tarefa fácil.

Voltando a Lost... sabia que a série tratava de pessoas que haviam caído em uma ilha deserta após um acidente de avião, e que essa ilha era recheada de mistérios, como por exemplo um monstro que fazia barulhos metálicos e arrancava árvores. Isso não despertou meu interesse, mas como disse, por pura falta do que fazer, assisti ao episódio piloto. Dois anos e mais de 60 episódios depois, sinto falta da época na qual uma das minhas maiores dúvidas, era saber como um urso polar foi parar em uma ilha tropical no meio do nada.

A trama se tornou algo tão complexo que um personagem que só veio aparecer no final da segunda temporada - Benjamin Linus – é hoje, ao meu ver, o personagem mais importante da série, pois, é ele que vem dando seqüência a enorme contextura que se formou dentro da série.

Devido à greve dos roteiristas, depois de 4 semanas de intervalo, Lost retornou a seqüência da atual temporada, com o episódio "The Shape of Things to Come" (“A forma como as coisas chegam”) para atingir um patamar de qualidade difícil de se alcançar por outra série.

São mistérios, romances, referencias cientificas e religiosas, rostos bonitos, personagem cativantes, aventura, violência, originalidade – coisa rara hoje em dia - roteiros bem escritos, uma boa direção e uma grande, grande mesmo, estratégia de marketing. Faça tudo isso com perfeição e bata no liquidificador. Acho que é essa é a receita de Lost. Depois pegue Peter Pitrelli, Jack Bouer e Clark Kent e jogue no lixo.  

:: Postado por Rosa Moura às 00h12
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